segunda-feira, 11 de julho de 2011

Boi Garantido

Boi-Bumbá Garantido
Associação Folclórica Boi-Bumbá Garantido
Boi-Bumbá GarantidoAssociação Folclórica Boi-Bumbá Garantido
Fundação 24 de Junho de 1913 (98 anos)
Cores Vermelho e Branco
Símbolo Coração
Bairro São José
Presidente Telo Pinto
Comissão de artes Fred Góes, Chico Cardoso e Júnior de Souza
Apresentador Israel Paulain
Levantador de toadas Sebastião Júnior
Amo do Boi Tony Medeiros
Pajé André Nascimento
Cunhã-poranga Tatiane Barros de Jesus
Sinhazinha da Fazenda Ana Luisa Faria
Porta-Estandarte Raissa Barros de Jesus
Rainha do Folclore Patrícia de Góes


Festival de Parintins

O Festival Folclórico de Parintins é uma festa popular realizada anualmente no último fim de semana de junho na cidade de Parintins, Amazonas.
O festival é uma apresentação a céu aberto, onde competem duas associações, o Boi Garantido, de cor vermelha, e o Boi Caprichoso, de cor azul. A apresentação ocorre no Bumbódromo (Centro Cultural e Esportivo Amazonino Mendes), um tipo de estádio com o formato de uma cabeça de boi estilizada, com capacidade para 35 mil espectadores. Durante as três noites de apresentação, os dois bois exploram as temáticas regionais como lendas, rituais indígenas e costumes dos ribeirinhos através de alegorias e encenações. O Festival de Parintins se tornou um dos maiores divulgadores da cultura local
O festival é realizado desde 1965 e já teve vários locais de disputa como a quadra da catedral de Nossa Senhora do Carmo, a quadra da extinta CCE e o estádio Tupy Cantanhede. Até que em 1987, o governador Amazonino foi assistir o festival, no mesmo local onde é o Bumbódromo, mas era um tablado. Ele gostou tanto da festa que prometeu construir um local do tamanho que o festival merecia e, no ano seguinte, em 1988, inaugurava o Bumbódromo[1].
Até 2004 era realizado sempre nos dias 28, 29 e 30 de junho. Uma lei municipal mudou a data para o último fim de semana desse mesmo mês.

O primeiro festival

Em 1965 aconteceu o primeiro Festival Folclórico de Parintins, criado por Raimundo Muniz [carece de fontes?], mas não houve participação dos bumbás. A primeira disputa veio no segundo Festival.

[editar] Componentes do festival

  • Música
A música, que acompanha durante todo o tempo, é a toada, acompanhada por um grupo de mais de 400 ritmistas.
Os dois Bois dançam e cantam por um período de três horas, com ordem de entrada na arena alternada em cada dia. As letras das canções resgatam o passado de mitos e lendas da floresta amazônica. Muitas das toadas incluem também sons da floresta e canto de pássaros.
  • Ritual
O ritual dos Bumbás mostra a lenda de Pai Francisco e Mãe Catirina que conseguem, com a ajuda do Pajé, fazer renascer o boi do patrão. Conta a lenda que Mãe Catirina, grávida, deseja comer a língua do boi mais bonito da fazenda. Para satisfazer o desejo da mulher, Pai Francisco manda matar o boi de estimação do patrão.
Pai Francisco é descoberto, tenta fugir, mas é preso. Para salvar o boi, um padre e um médico são chamados (o pajé, na tradição indígena) e o boi ressuscita. Pai Francisco e Mãe Catirina são perdoados e há uma grande comemoração.

[editar] Personagens da festa

Boi Caprichoso, o boi azul de Parintins.
Paulinho Faria apresentou o Garantido por 26 anos.
  • Apresentador
A ópera do Boi tem um apresentador oficial, que comanda todo o espetáculo. O levantador de toadas faz a trilha sonora e dá um show de interpretação, transmitindo empolgação à sua galera (Festival (torcida).
  • Levantador de toadas
Todas as músicas que fazem a trilha sonora das apresentações são interpretadas pelo levantador de toadas. Trata-se de uma figura importante, já que a técnica, a força e a beleza de sua interpretação não só valem pontos como ajudam a trazer à tona a emoção dos brincantes. David Assayag e o mais reconhecido levantador do festival.
  • Amo do Boi
O Amo do Boi, com seu jeito caboclo, exalta a originalidade e a tradição do nosso folclore, fazendo soar o berrante e tirando o verso em grande estilo. É a chamada do Boi, que vem para bailar.
  • Sinhazinha da Fazenda
É a filha do dono da fazenda, que se apresenta na arena dando sal pro boi.
  • Figuras Típicas Regionais e Lendas Amazônicas
Fazem aflorar os sentimentos de amor e paixão. Alegorias gigantes se movimentam. Coreografias e fantasias originais, com luz teatral e fogos, dão um brilho especial ao espetáculo.
  • Porta Estandarte, Rainha do Folclore e Cunhã-Poranga
Dão um banho de charme, beleza e simpatia. E na sequência, o grande mito feminino do nosso folclore: Cunhã Poranga! A moça mais bela da tribo dá um show de magia, irradiando toda a sua beleza nativa, de olhar selvagem, com seu lindo corpo emoldurado de penas. Aparece aqui o elemento indígena, incorporado à festa do Boi no folclore amazônico.
  • Tribos
Dezenas de Tribos Masculinas e Femininas, com suas cores vibrantes, compõem um cenário tribal delirante, de coreografias deslumbrantes. Os Tuxauas Luxo e Originalidade são um primor de beleza.
  • Ritual
No apogeu da apresentação, acontece o Ritual, uma dramatização teatral comovente, culminando sempre com a mágica e misteriosa intervenção do Pajé, o poderoso curandeiro e temido feiticeiro, que faz a dança da pajelança. É a grande apoteose da noite.
  • Galera
A galera (torcida) dá um show à parte. Enquanto um Boi se apresenta, sua galera participa com todo entusiasmo. Seu desempenho também é julgado. Do outro lado, a galera do contrário (adversário) não se manifesta, ficando no mais absoluto silêncio, num exemplo de cordialidade, respeito e civilidade.
  • Jurados
Os jurados são sorteados na véspera do Festival e todos vêm de outros estados. Pela proximidade, pessoas do norte são vetadas. O requisito é ser estudioso da arte, da cultura e do folclore brasileiro. Mais de 20 itens são julgados, à luz de um regulamento simples, claro e preciso.
Quem visita Parintins, fica encantado com a arte indígena, uma das temáticas da festa e com a culinária do local. O grande atrativo, porém, é o Festival Folclórico. É nessa época do ano que a população da cidade praticamente dobra.

[editar] Resultados

Campeões
Ano Campeão
1966 Garantido
1967 Garantido
1968 Garantido
1969 Caprichoso
1970 Garantido
1971 Garantido
1972 Caprichoso
1973 Garantido
1974 Caprichoso
1975 Garantido
1976 Caprichoso
1977 Caprichoso
1978 Garantido
1979 Caprichoso
1980 Garantido
1981 Garantido
1982 Garantido
1983 Garantido
1984 Garantido
1985 Caprichoso
1986 Garantido
1987 Caprichoso
1988 Garantido
1989 Garantido
1990 Caprichoso
1991 Garantido
1992 Caprichoso
1993 Garantido
1994 Caprichoso
1995 Caprichoso
1996 Caprichoso
1997 Garantido
1998 Caprichoso
1999 Garantido
2000 (Empate) Garantido
2000 (Empate) Caprichoso
2001 Garantido
2002 Garantido
2003 Caprichoso
2004 Garantido
2005 Garantido
2006 Garantido
2007 Caprichoso
2008 Caprichoso
2009 Garantido
2010 Caprichoso
2011 Garantido [2]
2012

sábado, 11 de junho de 2011

Música-Puxada de Rede

Pescadores que vai pescar pescadores
Levanta se senta na areia
esperando a maré abaixar
Vem a noite,vem a noite,
Oh leva eu oh leva,oh leva eu oh leva(coral)
Pescadores que vai pescar pescadores
Levanta se senta na areia
esperando a maré abaixar
Vem a noite,vem a noite,
Oh leva eu oh leva,oh leva eu oh leva(coral)
Minha jangada vai sair pro mar,
Vou trabalhar,meu bem querer
Se Deus quiser quando eu voltar do mar,
Um peixe bom eu vou trazer,
Meus companheiro também vão voltar,
E a Deus do céu vamos agradeçer
(coral)
Minha jangada vai sair pro mar,
Vou trabalhar,meu bem querer
Se Deus quiser quando eu voltar do mar,
Um peixe bom eu vou trazer,
Meus companheiro também vão voltar,
E a Deus do céu vamos agradeçer

terça-feira, 3 de maio de 2011

Cacuriá

Dança folclórica típica do maranhão, surgiu das festas do Divino Espírito Santo. Inicialmente o cacuriá era acompanhado apenas pela caixa, com o tempo foram inseridos outros instrumentos como flauta, violão, banjo e clarinete.

Ai vai uma letra que cantamos esta semana:


O homem que me deu saia foi-se embora pro sertão (repete)
Os outros que aqui chegaram prometem saia não dão (repete)

 refrão
Olê Olele saia, o senho que me deu, saia (repete)

Minha caixa é de pinho eu também sou de pinheiro
Minha caixa é quem toca eu que recebo dinheiro
 Refrão
 Quem dançar com meu benzinho, não dançar virar virando
Meu benzinho não é lixo que vassoura vai levando
 Refrão
 Eu joguei meu anzol n'água no pesqueiro jacará
Homem que não tem dinheiro seu caminho não é pra cá
 Refrão
 Vou-me embora, vou-me embora já disse que eu vou eu vou
Vou levando minha enxada deixando seu cavador
 Refrão
 (fim) 


Povos e povas, vamos caruriando pela semana, até segunda.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Vamos Dançar?

Se liga...
Dia 04 da abril vai  ter apresentação do nosso grupo no CEU Pimentas,
vai ser uma apresentação,pequena,mais bem legal,vamos dançar a
Dança do Coco.
Segunda-feira apartir das 14:00hs da tarde.